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Forma Autorizada do Nome:
Teatro de Branca-Flor
Tipo de Entidade:
Pessoa Colectiva
História:
De grande importância no percurso da marioneta portuguesa foi criado pela escritora Lília da Fonseca, e estreou-se na Sociedade Nacional de Belas-Artes com a peça “A Menina da Gruta e a sua Varinha”.
Durante os seus 20 anos de actividade, com temas especialmente dedicado às crianças, apresentou-se por todo o país, tendo igualmente participado em festivais internacionais de marionetas, nomeadamente na Bélgica e em França
Do seu repertório destacavam-se entre outras, as peças “Festa na Aldeia”, “O Passarinho Poeta” e “O Bom Gigante da Floresta”.
O Teatro de Branca-Flor esteve na Voz do Operário, no Teatro Vasco Santana, no Salão do Centro Social do Beato, no Belém-Clube e após o 25 de Abril de 1974, no salão da plateia do Teatro S. Luís com um carácter de maior permanência.
Foi talvez a companhia de marionetas com um projecto mais consistente e coerente deste período.
Funções, Ocupações e Actividades:
Teatro de fantoches
Data de Criação:
2013-06-05
Registos adjacentes
- Teixeira, Joaquim Silva
- Tirano, Antonio Francisco da Silva
- Torrens, Oswaldo Garcia
- TEP, Fábrica de Plásticos, Técnica e Precisão, Ld.ª
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