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Forma Autorizada do Nome:
Grondijs, Louis Herman
Tipo de Entidade:
Pessoa Singular
Outras Formas do Nome:
Grondijs, L. H.
História:
Nasceu em Pamekasan, na Indonésia (antigas Índias Holandesas), em 25 de Setembro de 1878. Estudou matemática e física na Universidade de Utrecht, em 1905, e na Universidade de Leiden, em 1906, onde também lecionou filosofia. Em 1907 fundou, juntamente com J. D. Bierens de Haan o" Journal of Philosophy", onde, até 1932, seria um dos editores. Trabalhou vários anos como professor de física na High School "William II" em Tilburg e em Dordrecht.
Quando se iniciou da I Guerra Mundial passou a ser correspondente de guerra para o Courant, na Bélgica e, em 1915, mudou-se para a Rússia, onde atuou como correspondente de guerra do Daily Telegraph, bem como de outras revistas internacionais, compartilhando a vida dos soldados e tomando parte ativa na luta.
Em 1917 obteve o grau de doutor em matemática e física na Universidade de Kharkov, com uma tese sobre sistemas electromagnéticos. No verão de 1918 Grondijs foi a Paris onde foi convidado pelo governo francês a tornar-se correspondente de guerra oficial, com o posto de capitão da missão militar francesa na Sibéria.
De fortes convicções anti socialistas, a vitória bolchevique fê-lo abandonar a Rússia definitivamente. Estabeleceu-se, então, em Paris, tendo trabalhado no Laboratoire des Recherches da Sorbonne. Simultaneamente estudou história da arte e bizantino e, em 1941, elaborou uma tese de doutoramento sobre a iconografia bizantina "L'Crucifie du mort sur ??la Croix". Em 1928 voltou à Holanda, onde o seu conhecimento da arte holandesa e do mundo histórico lhe granjeou uma posição acadêmica na Universidade de Utrecht. Em 1931 foi nomeado professor de história da cultura bizantina russa, em 1935 e, em 1939, tornou-se professor de iconografia e arte religiosa. Nos anos trinta, fez várias viagens de estudo para o Leste e Sudeste da Europa.
A sua atividade de jornalista levou-o a viajar pelo Extremo Oriente, tendo assistido à campanha japonesa na Manchúria (1932/33) e, alguns anos depois, na Guerra Civil Espanhola (1936/37). Em Março de 1939 regressou à vida acadêmica Utrecht. Num artigo intitulado "O soldado russo", publicado no The Guardian, em 7 de Outubro de 1941, onde elogiou as capacidades militares dos russos durante a Primeira Guerra Mundial na luta contra o exército alemão, determinaram a sua prisão na Holanda ocupada. Foi libertado no final da ocupação, em 1944, tendo sido nomeado professor titular da iconografia e arte religiosa, em Utrecht. Em 1949 reformou-se, mas continuou a dedicar-se à escrita. Morreu em Haia a 17 de Março de 1961.
Funções, Ocupações e Actividades:
Historiador de arte
Professor de história da cultura bizantina russa e de iconografia e arte religiosa da Universidade de Paris, de 1935 a 1944
Correspondente de guerra e jornalista de várias revistas e jornais internacionais, entre elas o Courant, na Bélgica, e o Daily Telegraph, de 1914 a 1961
Regras e/ou Convenções:
ISAAR
Data de Criação:
2012-05-21
Registos adjacentes
- Guicho, António dos Santos
- Garcia, Nuno Vitor Rocha Leitão de
- Ganz, Paul
- Goldsmiths Company
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